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Abertura da FlinkSampa reúne autoridades e anuncia vencedor do Prêmio FlinkSampa de Literatura

A noite desta quinta, 17 de novembro, foi de muita emoção no Memorial da América Latina. Isso porque membros da organização, autoridades, convidados, autores, curadores e públicos em geral tiveram a oportunidade de participar da abertura da 4ª FlinkSampa – Festival do Conhecimento, Literatura e Cultura Negra. A solenidade, promovido pela Afrobras em parceria com a Faculdade Zumbi dos Palmares, deu o pontapé inicial no evento celebrando a identidade negra.

O mestre de cerimônia da noite foi o atleta Robson Caetano, e a mesa oficial foi composta pela presidente da FlinkSampa, Francisca Rodrigues; pelo reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, José Vicente; pelo presidente do Memorial da América Latina, João Batista Andrade; pela deputada da República da Angola e presidente da Fundação Presidente Agostinho Neto; pelo diretor de Redação da Folha, Otávio Frias Filho; pelo secretário Nacional de Promoção dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Marco Antônio Pellegrini, e pelo primeiro bispo negro do estado de São Paulo, dom Eduardo Vieira dos Santos. Outro destaque foi a apresentação do Coral da Faculdade Zumbi dos Palmares, que interpretou, entre outras canções, o Hino Nacional.

Os discursos enalteceram a importância e a força da cultura negra, lembrando os avanços dos últimos tempos. “Há, no entanto, muito ainda para se evoluir”, lembrou o reitor José Vicente. Já a deputada da República da Angola e presidente da Fundação Agostinho Neto, a conferencista da cerimônia de abertura da FlinkSampa, Irene Neto, falousobre a importância da redução das desigualdades sociais através da educação. “As questões de educação devem romper a barreira social. Devemos lutar contra a dificuldade de acesso das mulheres aos estudos na Angola, e a luta pela riqueza deve ser uma prioridade”, discursou.

Outra emocionante fala foi feita pelo secretário Marco Antônio Pellegrini. Eletraçou um paralelo entre as pessoas com deficiência e os negros do país. “Estas pessoas foram negligenciadas em suas existências. Muitas pessoas ainda se vêem como estrangeiros, sem se reconhecer como partes da sociedade. Mas isso vem mudando”, comemorou.

A cerimônia foi encerrada com o anúncio da vencedora da primeira edição do Prêmio FlinkSampa de Literatura – Jovem Escritor. Larissa Montag, de apenas 20 anos, foi escolhida em primeiro lugar, com a “A vida dos arco-íris de fogo”. O prêmio será a publicação do romance pela editora Unipalmares.

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