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Que venham os livros

Uma série de lançamentos de livros vão agitar a FLINKSAMPA, dias 13 e 14 no Memorial. Entre os títulos estão Caderno de Rimas do João, do ator Lázaro Ramos, ilustrado por Maurício Negro, da Editora Pallas; Barras, Vilas & Amores, do homenageado Martinho da Vila, com ilustrações de Angelo Abu e Quando me Descobri Negra, da Jornalista Bianca Santana, com ilustração de Mateu Velasco. Os dois últimos são da Sesi-SP Editora.

capa joaoO livro do João – No seu segundo livro infantil, o primeiro pela Pallas, Lázaro Ramos conta a história de um menino que aprende a rimar e transforma o vocabulário em uma brincadeira. O menino João encanta os leitores com rimas espontâneas e temáticas diversas, apresentando, de um jeito divertido, os assuntos de um modo mais colorido. Lázaro publicou, em 2010, A Velha Sentada, por uma pequena editora, texto que foi adaptado para o teatro pelo autor.
Lázaro Ramos, que protagoniza a série Mister Brau da Rede Globo, irá participar da FLINKSAMPA no painel O caderno de rima de toda criança que há em nós, no sábado, dia 14, às 11 horas, quando fará o lançamento do livro. O ator também está em cartaz no Teatro Faap, ao lado da mulher Taís Araújo, com a peça O Topo da Montanha. No palco, Lázaro dirige e interpreta o ativista Martin Luther King  nos seus últimos momentos de vida, quando fez um discurso, em 3 de abril de 1968, em Memphis, um dia antes de seu assassinato.

capa barrasDe barras e amores – Homenageado na FLINKSAMPA deste ano, Martinho da Vila também lança seu livro Barras, Vilas & Amores, na sexta (dia13), às 17h, pela Sesi-SP Editora. Além do seu talento como cantor e compositor, Martinho possui um reconhecido trabalho no mundo literário. Ele já escreveu Os Lusófonos e Ópera Negra, entre outros.

Com a habilidade de um sábio contador de histórias, Martinho da Vila puxa o fio de uma narrativa saborosa, acompanhando os movimentos da história de amor de Daomé Benino e Iana Smith. O autor traça um grande painel em que fragmentos de memória compõem um conjunto harmonioso. Analisando os detalhes, o leitor pode perceber uma espécie de panteão, formado pelos heróis que construíram a identidade negra do Brasil. No pano de fundo, lugares, personagens e canções que, em cada época, pontuaram as memórias do narrador e de seus protagonistas.

capa quandoAgora negra - A jornalista Bianca Santana tem 30 anos, mas se considera negra há dez. Passou dois terços da vida com dúvidas sobre a estrutura, protagonismo e imposições sociais. O mesmo com as próprias origens. Um deslocamento que gerou inúmeras situações e reflexões, pesadas e difíceis, compiladas em Quando Me Descobri Negra, que será lançado com lançamento no sábado (dia 14).

Em seu trabalho literário inaugural, que sai pela Sesi-SP Editora, Bianca  fala de discriminação, racismo e opressão.  É firme, mas sutil. Cuidadosa ao evitar o ódio e a intolerância, ciente de que os relatos ganharão identificação e eco nas construções e discursos de muitos leitores. O livro também é base para ações transmedia.  Durante a FLINKSAMPA, Bianca Santana vai participar de debates sobre feminismo, preconceito e racismo velado. Além disso, a capa do livro tem um QR Code para abertura de uma página onde é possível ler e deixar depoimentos sobre casos ligados ao tema.

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