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Papo de mulheres negras e talentosas

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A jornalista Joyce Ribeiro intermediou com talento o informal bate papo com a miss Israel, Titi e a Deise Nunes, Brasil. Sob o olhar atento do público, as três mulheres esbanjaram conhecimento, feminilidade e sabedoria.Toda a conversa foi baseada em suas experiências no mundo da moda e beleza, e os desafios para alcançar o sucesso. Assim como Deise, a Yitayish Ayenewmiss (Israel), destacou a felicidade em participar desta festa e agradeceu todo o público da Flink Sampa. Amanhã, domingo, mais novidades no Espaço Beleza. Confira!

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Festa Literária e multicultural no Memorial da América Latina

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O coral da Universidade Zumbi dos Palmares abriu a solenidade de abertura da II edição da Flink  Sampa que aconteceu às 10h no Salão dos Atos no Memorial da América Latina. Compuseram a mesa de abertura o presidente do Memorial João Batista de Andrade, a pro reitora da Universidade Zumbi dos Palmares, Francisca Rodrigues e o Curador da Festa Literária Uelinton Farias. Para João Batista, sediar a Flink Sampa é uma honra, pois trata-se de um evento muito forte em São Paulo. O Curador fez questão de ressaltar os avanços na organização da festa, o fortalecimento de sua missão no sentido literário e cultura negra, bem como a sua alegria em encontrar os filhos, os netos e os admiradores de Carolina Maria de Jesus.

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Lembranças de Carolina

A professora Vera Eunice emocionou o público presente no Salão de Atos Tiradentes ao falar da mãe , a escritora Carolina Maria de Jesus, homenageada na FlinkSampa 2014.  "Quando ela chegou em São Paulo foi trabalhar como empregada doméstica na casa do doutor Zerbini, o primeiro médico a realizar um transplante de coração no Brasil. Quando ele dizia para aproveitar o dia de folga, ao invés de passear, ela ia para a biblioteca."

Vera também falou sobre a inspiração de Carolina para produzir seus textos. " Minha mãe escrevia todas as noites, quando as idéias fluiam, ás vezes, noites inteiras." Na época  não entendia, mas hoje olho minha mãe com outros olhos e vejo a beleza da poesia dela, dos seus contos, sua história", diz.

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Superando o preconceito

Para a atriz, Maria Gal, que esteve presente no Sarau Zumbi dos Palmares para uma tarde de Contação de Histórias, escrever as próprias experiências de preconceito em um livro ("A Bailarina e a Bolha de Sabão"), veio da vontade de trabalhar e reforçar a auto-estima da criança negra.

"Quando era criança,  fiz ballet e mesmo morando em Salvador, era a única negra da turma. Depois queria ser Paquita, pois era essa a referência que tinha de beleza".
Gal acredita que o Brasil precisa ensinar as crianças a superarem a invisibilidade e se reconhecerem como capazes e donas do próprio caminho.  " A igualdade acontece quando a relação é de ganho para todos e não somente para um.", diz.

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